SEGUNDA DA DIVA – Episódio 03: Vivien Leigh

[Este texto é inspirado pela série de stories Segunda da Diva, que faço em meu Instagram semanalmente. Pensando em expandir os horizontes, comecei a escrever sobre as divas por aqui]

Certamente, uma das personagens mais famosas do cinema de todos os tempos é a esnobe e controversa Scarlet O’Hara, a mocinha sulista de …E O Vento Levou (Gone With The Wind, 1939). Amada por muitos e detestada por outros, é inegável que toda essa fama se deve à memorável atuação de Vivien Leigh.

Nascida Vivian (com “A”) Mary Hartley, em 05 de novembro de 1913, na Índia, a futura diva do cinema e do teatro desde bem pequena estudou em internatos, sempre participando das peças escolares. A família Hartley era britânica e partira para Índia nos anos 1910 temendo os desdobramentos das tensões europeias que acabaram por dar início à Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Passado o conflito, o pai de Vivien, Ernest Hartley, decidiu voltar à Inglaterra.

Tão logo a família se estabeleceu, Vivien foi colocada em um colégio de freiras, onde passaria os próximos sete anos. Nesse colégio, a garota teve a chance de estudar música, dança e praticar as artes cênicas. Foi nessa época que Vivien teria expressado, pela primeira vez, o desejo de ser “uma grande atriz”. Curiosamente, ela não foi a única daquela turma a se tornar uma estrela do cinema e do teatro: a atriz Maureen O’Sulivan (1911-1998) era uma de suas colegas. As duas contracenariam uma única vez, em 1938, no filme da MGM Um Ianque em Oxford.

Por volta de 1927, o Sr. Hartley foi transferido de Londres, e toda a família teve de se mudar para a Europa continental. Nos anos subsequentes, eles se mudaram algumas vezes, vivendo em países como Franças, Itália e Dinamarca. Com isso, Vivien teve a oportunidade de aperfeiçoar seus conhecimentos e sua fluência em francês e alemão. No começo da década de 1930, os Hartley voltam em definitivo para Inglaterra e a jovem Vivien ingressa na Academia Real de Artes Dramáticas, mas acabou trancando o curso pouco depois para se casar.

O primeiro casamento de Vivian foi com o advogado Hebert Leigh Holman (1900-1982), treze anos mais velho. A família não estava muito de acordo com a união, tanto por Vivian ser ainda muito jovem, quanto pela diferença de idade entre eles. Mesmo assim, os dois se casaram em 1932 e no ano seguinte nasceu a única filha de Vivien, Suzanne (1933-2015), que depois adotaria o sobrenome de casada “Farrington”. As duas nunca foram muito próximas e ao longo das décadas Suzanne pouco falou a respeito de sua mãe. Pouco depois, Vivien retomou os estudos na Academia de Artes Dramáticas e logo já estava envolvida com apresentações em teatros.

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Vivien e Suzanne, em 1935

Já em 1935 a carreira de atriz começou a deslanchar. Nesse ano, Vivien participou de peças de teatro, entre elas The Mask of Virtue, e fez uma pequena participação em filmes, como Things Are Looking Up e The Village Squire. Foi nesse período que surgiu a ideia de usar o sobrenome do marido, Leigh, ao invés de Hartley, e de substituir o “A” por “E”. Nascia assim Vivien Leigh. Há quem diga que a substituição das vogais tornava o nome “mais sonoro” ou “mais feminino”, mas talvez a troca tivesse como objetivo apenas tornar o nome único – poderia haver muitas Vivians, mas ela seria a única Vivien.

O talento e a beleza estonteante logo fizeram com que Vivien ficasse conhecida no meio artístico. Tanto foi assim que no ano seguinte, 1936, surgiu um convite do produtor Alexander Korda (1893-1956), um dos grandes produtores e diretores ingleses da época, para participar do filme Fogo sobre a Inglaterra (Fire Over England), dirigido porWilliam K. Howard (1899-1954),. Nesse filme, miss Leigh interpreta a bela Cynthia, uma das damas de companhia da rainha Elizabeth I (Flora Robson, 1902-1984). Na verdade, o longa tem uma grande importância não só na vida profissional de Vivien, mas também na vida pessoal. Foi aqui que, pela primeira vez, ela contracenou e conviveu com o ator Laurence Olivier (1907-1989), o “grande amor” de sua vida.

Vivien e Laurence já se conheciam socialmente, frequentavam os mesmos lugares e iam às mesmas festas, com seus respectivos cônjuges, mas parece que nunca haviam sido apresentados de fato e conversado. Foi nas gravações de Fogo sobre a Inglaterra que eles puderam se conhecer e se apaixonar, logo iniciando um romance. De 1936, quando começaram as gravações, até 1940, eles foram amantes, e assim que os respectivos divórcios saíram, eles logo casaram. Na verdade, já antes disso ambos tinham se separado de seus cônjuges, tendo Vivien deixado a filha Suzanne aos cuidados da avó materna. Depois do divórcio, a tutela ficaria com o pai. Certamente esses episódios contribuíram para aumentar a distância entre mãe e filha. O que é curioso é que uma breve aproximação aconteceu nos anos 1950, quando Suzanne acabou ficando amiga de um dos filhos do Laurence, Simon.

Laurence e Vivien se tornariam um dos casais mais icônicos dos palcos britânicos, tendo estrelado uma série de peças de Shakespeare: em 1940, eles foram Romeu e Julieta; em 1948, Ricardo III e Lady Ana; em 1951, Marco Antônio e Cleópatra; e em 1955, Viola e Malvolio, Macbeth e Lady Macbeth e ainda Tito Andrônico e Lavínia. Além disso, estrelaram muitas outras peças. Além dessas, ambos estrelaram muitas outras produções juntos e outras tantas separados. Além de muito apaixonados, os dois eram também muito amigos e sempre trocavam conselhos e dúvidas. Prova disso são as incontáveis cartas dos dois, que ganharam que ganharam uma exposição em Londres no ano de 2015. Nessas cartas, podemos notar tanto o “amor ardente” dos dois, com tórridas declarações de amor, quanto conselhos em relação à carreira.

Apesar de todo esse amor e apoio, os dois tiveram muitos momentos de tensão e diversas brigas. Tanto Laurence quanto Vivien tiveram amantes ao longo do casamento, o que gerava muitas crises de ciúme. Afora isso, Vivien sofria também com o que mais tarde descobriu-se ser um transtorno bipolar, o que prejudicava sua relação com Laurence e seus próprios amigos e familiares e, principalmente, sua saúde. Depois do divórcio, ocorrido nos anos 1960, os dois mantiveram contato frequente, continuaram a trocar cartas com conselhos e desabafos até a morte de Vivien, em 1967.

em 1938, Laurence havia partido para Hollywood pra gravar O Morro dos Ventos Uivantes, e havia sugerido que Vivien fizesse o papel de Catharine, porém o diretor não aceitou a sugestão. Ele já tinha escalado a atriz Merle Oberon (1911-1979) para o pepel, mas ofereceu o papel secundário de Isabella Linton, que Vivien não aceitou. Mas isso foi bom, porque pouco depois ela ficaria sabendo das gravações de …E O Vento Levou, história que ela sonhava em participar há tempos.

Um verdadeiro best-seller dos anos 1930, o livro de Margaret Mitchel (1900-1949) agradou Vivien Leigh assim que ela começou a ler e Scarlett O’Hara se tornou “a” personagem que ela gostaria de interpretar. Vivien passou a contar a todos que, um dia, seria a protagonista de … E O Vento Levou, fosse no teatro ou no cinema. Então, quando foi anunciado que haveria uma versão cinematográfica, miss Leigh ficou bastante empolgada e partiu para os EUA, aproveitando também para visitar o “namorado” Laurence Olivier.

O anúncio do filme causou uma verdadeira revolução em toda Hollywood. Não havia uma atriz que não quisesse interpretar! Na verdade, havia uma, Olivia de Havilland, mas isso é outra história. Entre as “cotadas” estavam Joan Crawford (1904-1977), Paulette Godard (1910-1990), que era casada com Charles Chaplin (1889-1977) à época, Tellulah Bankhead (1902-1968), Carole Lombard (1908-1942), esposa de Clark Gable, que já havia sido escalado como Rhett Butler, o par da Scarlett, além de Norma Shearer (1902-1988), Katharine Hepbrun (1907-2003), Miriam Hopikins (1902-1972) e Bette Davis (1908-1989), que já fizera sucesso como uma personagem sulista no longa Jezebel (1938). Toda essa polvorosa acabou até virando um filme, nos anos 1980, chamado The Scarlet O’Hara War. O filme é baseado no livro de de Garson Kanin (1912-1999), um produtor e diretor de Hollywood que nos anos 1960 e 1970 escreveu suas “memórias”. Em português, essa história está publicada num livro chamado Moviola (Ed. Record, 1979).

O tempo passava e nem a produção nem a direção escolhia uma protagonista para o filme. Em uma tentativa de minimizar os atrasos, o produtor David O. Selnick (1902-1965) decidiu filmar algumas cenas externas, como as tomadas da propriedade de Tara e a cena do incêndio de Atlanta, na qual foram queimados antigos cenários do estúdio. Reza a lenda que no dia em que filmavam essa cena do incêndio, o irmão de Selnick, Myron, levou Vivien e Laurence para conhecerem o set e o produtor. Na hora de apresentar miss Leigh, Myron teria dito a David: “Eis aqui sua Scarlett O’Hara!”. Ali, vendo o belo rosto da jovem iluminado pelas chamas do incêndio, Selnick teve a certeza de que havia encontrado a atriz certa para o papel. Sendo isso verdade ou não, o fato é que Vivien teve de fazer testes como todas as outras atrizes e deixou toda produção bastante impressionada, recebendo o papel que ela tanto sonhava em interpretar.

A escolha da protagonista, porém, não pôs fim aos contratempos na produção do filme. Gable e Leigh não se davam bem – diz-se até que o galã fazia questão de comer cebolas antes de contracenar com a “inglesinha”. Diz-se também que foi por interferência de Gable que houve a primeira troca de diretor, pois George Cukor (1899-1983) estaria “dando demasiada atenção” à trama de Scarlett e Melanie e deixnado Rhett de lado. Victor Flemming (1889-1949) assumiu, mas quem de terminou de filmar foi Sam Wood (1883-1949), pois Flemming estava esgotado. Além de tudo, ao longo de toda a gravação havia o receio de que a audiência americana não aceitasse Leigh como a mocinha do filme, por ser inglesa. Mas, ao fim e ao cabo, ...E O Vento Levou acabou sendo um dos maiores sucessos de todos os tempos do cinema americano, levando oito estatuetas do Oscar, incluindo o de Melhor Atriz para Vivien Leigh.

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Gable e Leigh, a química nas telonas não necessariamente representa a relação dos dois no dia a dia
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Uma personagem bastante controversa, Scarlett O’Hara é também lembrada por seus vestidos deslumbrantes
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Vivien com o produtor David O. Selnick com o Oscar de Melhor Atriz

Depois desse grande sucesso, miss Leigh segue com a agenda bastante agitada nos anos 1940, fazendo uma série de peças na Inglaterra e também filmes, entre eles Lady Hamilton, a divina dama (1941), ao lado de Laurence, Cleópatra e César (1945) e Anna Karenina (1948). Porém, nem tudo seriam flores naquela década. Durante a Segunda Guerra, Vivien fez uma viagem ao Norte da África entreter as tropas americanas, voltando pouco tempo depois a Londres, adoentada. Os exames mostram que ela havia contraído tuberculose, doença que a acompanharia pelo resto de sua vida.

Em verdade, a vida pessoal e a saúde da Vivien passaram por maus bocados nessa década. Além da tuberculose, ela sofreu um aborto e foi diagnosticada com transtorno bipolar, passando por vários momentos de crise (momentos de euforia, mania e, às vezes, violência) e períodos de depressão, nos quais se afastava de tudo e de todos. Naquela época, não havia um tratamento específico para a maior parte dos transtornos psíquicos, mas Vivien submeteu-se a todo tipo de tratamento disponível, incluindo banhos gelados e eletrochoques.

No começo dos anos 1950, ela recebeu o convite para estrelar a versão cinematográfica da peça Uma Rua (ou Um Bonde) Chamada Desejo (1952), de Tennessee Williams (1911-1983), em Hollywood. A atriz Olivia de Havilland, que contracenara com Vivien em …E O Vento Levou, havia sido convidada primeiro, mas, pensando em se dedicar mais à família, que acabava de crescer com a chegada de uma filha, não aceitou o papel. Um ou dois anos antes, Vivien Leigh havia interpretado Blanche DuBois, a protagonista com grande sucesso na montagem inglesa da peça, por isso foi convidada e logo aceitou. Naquele ano, ela foi a atriz mais bem paga de toda Hollywood. Ao lado de Marlon Brando (1924-2004), Vivien fez um trabalho memorável e envolvente, que lhe rendeu sua segunda estatueta de Melhor Atriz.

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Como Blanche DuBois em Uma Rua Chamada Desejo

O ano seguinte à estreia de Uma Rua Chamado Desejo foi um dos mais difíceis para Vivien. Durante as gravações de Caminho dos Elefantes (1954), no Sri Lanka, ela teve uma forte crise bipolar, chegando até mesmo, segundo alguns relatos, a ter alucinações. Ela realmente não tinha condições de continuar com o projeto, por isso voltou a Londres e foi substituída por Elizabeth Taylor (1932-2011). Essa substituição, porém, aconteceu quando a equipe já estava de volta a Hollywood, por isso miss Taylor fez apenas cenas gravadas em estúdio, as cenas externas, nas quais vemos um perfil feminino cavalgando pelas plantações de chá são todas de Vivien Leigh.

Em 1956, Vivien Leigh encontrou-se com Marilyn Monroe, que forai a Londres gravar O Príncipe Encantado (1957) com Laurence Olivier. O filme é baseado na peça Sleeping Prince, de Terrence Rattigan (1911-1977), que Vivien estrelara ao lado de Laurence poucos anos antes. Há diferentes versões desse período em que as duas conviveram, há quem diga que Vivien sentia muito ciúme de Marilyn, outros dizem que não e que fora a própria Vivien quem sugerira Marilyn para fazer o papel. O que é certo é que houve muito mais tensão entre Laurence e miss Monroe do que atração, por conta dos contantes atrasos da diva, seus problemas em gravar e memorizar as falas.

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Vivien recebendo Marilyn em Londres
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Arthur Miller, marido de Marilyn, Marilyn, Laurence e Vivien na plateia de A View from the Bridge, peça de Miller
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Vivien e Marilyn se despedem

O ano de 1960 marca o fim definitivo do casamento de Vivien e Laurence. Depois de mais de vinte anos juntos, eles se divorciaram. O casamento, como dito, passou por altos e baixos e o ponto final foi o relacionamento de Laurence com a atriz Joan Plowright (n.1929), com quem ele viria a se casar no ano seguinte. Vivien, em verdade, também tinha amantes, tendo assumido o relacionamento com o ator britânico John Merilave (1917-1990) logo depois do divórcio. Os dois ficariam juntos os próximos sete anos, até a morte da atriz.

Da década de 1960, talvez seu trabalho mais conhecido seja o musical Tovarisch (“Camarada”, em russo), de 1963, no qual ela interpreta uma nobre russa fugida da Revolução que acaba virando empregada de uma família americana. Por sua atuação, Vivien recebeu um Tony Award de Melhor Atriz em Musical. Em 1965, ela participa de seu último filme, o drama Ship of Fools, que se passa no México e na Alemanha. No ano seguinte, a temática russa volta aparecer na vida de Vivien: nos palcos, ela interpreta Anna Petrovna na peça Ivánov, de Anton Tchékhov, fazendo turnês pelos EUA e pelo Canadá. Em 1967, enquanto se preparava para outro projeto, a atriz teve uma recaída de tuberculose e, em poucos dias, viria a falecer. Ela foi cremada e suas cinzas espalhadas em sua propriedade Tickerage Mill, em East Sussex, na Inglaterra.

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Vivien com Jean-Pierre Aumont
Em seu camarim na Broadway, em 1963
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Em Tickerage Mill, nos anos 1960

Entre suas muitas viagens, Vivien Leigh esteve também por aqui no Brasil, em 1962. Em uma turnê, ela passou por São Paulo e pelo Rio de Janeiro, apresentando-se com algumas peças de Shakespeare, como Noite de Reis. Em um dos eventos promovidos em homenagem à atriz, no Rio, Vivien conheceu Henriette Morineau (1908-1990), dama do teatro brasileiro e primeira intérprete de Blanche DuBois no Brasil, e Maria Fernanda (n.1928), que interpretara tanto Blanche quanto Scarlett O’Hara nas peças televisionadas da TV Tupi.

A atriz Maria Fernanda é filha da grande poeta Cecilia Meireles (1901-1964) que, naquela época, estava internada por conta de um câncer no estômago. Ao ver a colega atriz bastante preocupada e visivelmente cansada, Vivien Leigh perguntou qual era o problema e Maria Fernanda contou que a mãe, uma poeta, estava hospitalizada. Bastante comovida com a história, miss Leigh decidiu visitar Cecilia Meireles no hospital, prestando assim uma homenagem aos poetas. Ela levou um buquê de rosas, e nós só podemos imaginar a surpresa geral da equipe do hospital ao ver Scarlett O’Hara adentrando o prédio com um buquê de flores. As duas acabaram se dando muito bem e o que era para ser apenas uma visita curta e única, acabou se estendendo por horas e repetindo-se nos dias seguintes, até que Vivien deve de seguir viagem para São Paulo.

Dizem que Cecilia teria escrito um poema intitulado “Desventura” em homenagem à atriz, como forma de agradecer aquelas visitas. Esse poema, porém, é do ano de 1939 e faz parte da coletânea Viagem. Apesar disso, transcrevo os versos que, de uma forma ou de outra, podem muito bem remeter à bela imagem da diva Vivien Leigh:

Tu és como o rosto das rosas:

diferente em cada pétala

Onde estava o teu perfume? Ninguém soube

Teu lábio sorriu para todos os ventos

e o mundo inteiro ficou feliz

Eu, só eu, encontrei a gota de orvalho que te alimentava,

como um segredo que cai do sonho

Depois, abri as mãos, — e perdeu-se

Agora, creio que vou morrer.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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BEAN, Kendra. “The Mystery of Suzanne Farrington”. Vivien Leigh & Laurence Olivier, 12 de março de 2015. Disponível em: http://vivandlarry.com/general-discussion/mystery-of-suzanne-farrington/ acesso em 02 jun 2019

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WIKIPEDIA. Vivien Leigh. https://en.wikipedia.org/wiki/Vivien_Leigh acesso em 02 jun 2019.

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